.Minha mãe / Degraus deixados para atrás

Maio 9, 2010 at 11:04 pm 1 comentário

Boa noite meus bons nerds e não-nerds! Neste post comemorativo pelo Mother’s Day que quase vira um pós dia das mães se não fosse a ajuda do Ryan eu serei breve, sisudo e conciso. Prometo.

E a propósito, TE AMO DONA MERIAN!

Então vamos logo ao que interessa a todas as mães…

Minha mãe

Minha mãe,
a heroína que salva meus dias,
com aquele sorriso debochado,
repreendido,
de amor incondicional.

Minha mãe,
minha amada fonte de vida,
chora ao me ver despedaçado,
em meio ao desespero da vida adulta,
querida mãe,
de amor incondicional.

Toda mãe,
cada mãe,
é um pequeno deus,
frágil e intocável,
aos olhos do filho,
mais do que qualquer vênus,
mais do que qualquer palavra,
é mãe,
minha mãe.

Quando corria de seus braços,
o desespero de um amor indescritível,
toda uma vida que foi cultivada,
para ser o amor,
de toda uma vida,
de uma vida inteira,
e mais um pouco.

Minha mãe,
cansada e frágil,
salva e intocável,
perante a dor de mais uma vida,
o desespero de um olhar,
que faria de tudo,
que odiaria o mundo,
se o filho tivesse sua felicidade arrancada,
de seu corrompido coração.

Mãe,
mais do que heroína,
mais do que apenas vida,
mais do que o raiar do dia,
mais do que minha própria vida,
querida mãe.

Nenhuma palavra,
por mais bem escolhida,
seria o suficiente para transmitir,
todo esse seu amor que me faz transbordar,
em força,
em vida,
dia após dia.

Degraus deixados para atrás

Quando eu era pequeno,
ela me acordava aos solavancos,
para meu dia raiar em sabedoria,
para seu amor transbordar de alegria,
ao ver os pequenos olhos,
tristonhos e sonolentos,
de cada dia.

Eu nunca soube saber,
todo esse amor que faz você se mover,
e remover montanhas,
para que minha ascensão seja plena e perfeita.
Nem nunca irei querer,
descobrir o porque,
daquele gostinho mágico que fazia de você melhor do que qualquer gourmet.

A cada passo lapidado,
costurado e moldado,
em rumo a perfeição,
que você me proporcionou a cada dia,
que você me obrigou a fazer,
e que eu não sei como dizer,
mas apenas sei,
que não há tanto sacrifício quanto esse,
de seu imenso amor.

A medida que eu cresci,
a medida que cada degrau foi superado,
a distância de um amor insuperável,
foi se agravando,
para um estado permanente de esperança,
que seus cansados olhos me faziam contemplar,
a imensidão de um incondicional amor,
muito maior do que eu posso um dia,
tentar retribuir.

A medida que cada degrau foi deixado para traz,
e as lembranças de uma vida toda,
foram gravadas em seu olhar,
que ainda me faz pensar,
se tudo o que fiz,
foi suficiente,
para te amar.

FELIZ MERECIDO DIA DAS MÃES!!!

“E morte ao consumismo…

The Head

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.Mamãe .Destruindo tudo aquilo que te define como nerd

1 Comentário Add your own

  • 1. Bia Silva  |  Maio 10, 2010 às 1:04 pm

    Muito Lindo esse post Sr. The Head!
    Viva as mães, e sim ,morte ao consumismo, voltemos ao tempo em que se fazia cartões de papel sulfite na escolinha… porq era barato e mais bunitinhu, e de coração!
    Lindos artesanatos rs

    #fui

    Responder

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